quinta-feira, 3 de junho de 2021
Ruídos...
Apesar da justeza das causas, as pessoas que as defendem não se podem dar ao luxo de violar direitos alheios. Estou a lembrar-me daquela senhora que não podia ver um cão abandonado e recolhia em casa uma dezena. O pior para os vizinhos era o seu ladrar colectivo, independentemente da hora do dia e...da noite! Mas também do pároco que mandou comprar equipamento electrónico e instalou-o na torre do templo para que a aldeia inteira ouvisse o sermão da manhã, da tarde e...da noite! Recordo-me ainda daquele pastor evangélico que se queixava da animosidade dos condóminos só porque, ao domingo de manhã, dava mais som ao microfone para não se perder palavra dos cânticos, e sair «valorizado» (em potência...) o som das guitarras e do trompete...
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