Está tudo pronto para as grandes celebrações do centenário das aparições de Maria, em Fátima, Vila Nova de Ourém.
Em 100 anos escreveu-se «tudo» sobre o testemunho e as testemunhas: apoiando, duvidando, descredibilizando...
Como fenómeno religioso, pegou de estaca!
O húmus que o sustenta é da mais alta qualidade: vem periodicamente da Santa Sé, sede do poder religioso cristão católico romano.
Os sucessivos Papas não se cansaram de revitalizar o fenómeno.
É bom para a Igreja Católica Romana, para centrar a atenção dos seus fiéis, para a economia nacional..
Por si só, o fenómeno de Fátima é um milagre: não é de somenos que as elites cristãs católicas romanas se alimentam dele, erigindo-o como o sinal maior da sua fé. Se o povo não tem dúvidas, as elites também não, o que, por si só, é um milagre.
Não tarda, as nossas casas «acolherão», em toda a sua força, o fenómeno.
Os milagres estarão à frente dos nossos olhos.
Virão milhões de pessoas de todas as partes do mundo, o que é um estupendo milagre.
Virão milhões de pessoas de todas as partes do mundo, o que é um estupendo milagre.
É que não se consegue, racional e inteligentemente, explicar essa movimentação de gente crente, que vem pelo milagre (agradecendo-o ou peticionando-o).
Tudo pode acontecer por estes dias. Uns vão crer, outros vão duvidar, outros vão negar.
Há 60 anos, a imprensa católica romana publicou páginas sem conta relatando um milagre estupendo: um curioso protestante foi a Fátima, pediu perdão dos seus pecados a Francisco e Jacinta, converteu-se e abandonou a Bíblia...
Era o tempo em que a Igreja Católica Romana era intolerante com quem dizia ter encontrado a salvação fora da Igreja... através da leitura da Bíblia. Isso era impossível! Nem por milagre.
Por milagre, em Fátima convertiam-se protestantes.
Lá ocorria também o milagre da desvalorização da Bíblia. Tê-la (melhor, lê-la) era sinal de protestantismo.
Também para o extirpar era necessário um estupendo milagre...
Para felicidade nossa, outros serão os estupendos milagres que ocorrerão até ao centenário, durante e depois dele.
Até que a Bíblia seja a fonte da fé de todos os cristãos, designadamente dos católicos romanos.
Não se espere que o Papa Francisco venha incentivar a sua leitura.
Em vez de húmus, deitaria o fenómeno a perder, extinguiria os seus milagres...

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