quinta-feira, 16 de março de 2017

Em Fátima acontecem milagres estupendos

Está tudo pronto para as grandes celebrações do centenário das aparições de Maria, em Fátima, Vila Nova de Ourém.
Em 100 anos escreveu-se «tudo» sobre o testemunho e as testemunhas: apoiando, duvidando, descredibilizando... 
Como fenómeno religioso, pegou de estaca! 
O húmus que o sustenta é da mais alta qualidade: vem periodicamente da Santa Sé, sede do poder religioso cristão católico romano.
Os sucessivos Papas não se cansaram de revitalizar o fenómeno. 
É bom para a Igreja Católica Romana, para centrar a atenção dos seus fiéis, para a economia nacional..
Por si só, o fenómeno de Fátima é um milagre: não é de somenos que as elites cristãs católicas romanas se alimentam dele, erigindo-o como o sinal maior da sua fé. Se o povo não tem dúvidas, as elites também não, o que, por si só, é um milagre.
Não tarda, as nossas casas «acolherão», em toda a sua força, o fenómeno.
Os milagres estarão à frente dos nossos olhos.
Virão milhões de pessoas de todas as partes do mundo, o que é um estupendo milagre.
É que não se consegue, racional e inteligentemente, explicar essa movimentação de gente crente, que vem pelo milagre (agradecendo-o ou peticionando-o).
Tudo pode acontecer por estes dias. Uns vão crer, outros vão duvidar, outros vão negar.
Há 60 anos, a imprensa católica romana publicou páginas sem conta relatando um milagre estupendo: um curioso protestante foi a Fátima, pediu perdão dos seus pecados a Francisco e Jacinta,  converteu-se e abandonou a Bíblia...
Era o tempo em que a Igreja Católica Romana era intolerante com quem dizia ter encontrado a salvação fora da Igreja... através da leitura da Bíblia. Isso era impossível! Nem por milagre.
Por milagre, em Fátima convertiam-se protestantes.
Lá ocorria também o milagre da desvalorização da Bíblia. Tê-la (melhor, lê-la) era sinal de protestantismo. 
Também para o extirpar era necessário um estupendo milagre...
Para felicidade nossa, outros serão os estupendos milagres que ocorrerão até ao centenário, durante e depois dele. 
Até que a Bíblia seja a fonte da fé de todos os cristãos, designadamente dos católicos romanos.
Não se espere que o Papa Francisco venha incentivar a sua leitura.
Em vez de húmus, deitaria o fenómeno a perder, extinguiria os seus milagres...


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