É, pois, seguro que no meu senso de vida
não se vislumbram sinais de orgulho
nem de comportamentos comuns de arrogância...
É certo, quiçá por milagre, que tenho o que basta
e escuso o esforço dos que buscam grandezas sem limite,
os querem muito as coisas do exagero...
E o meu descanso está no silêncio tranquilo
que suporto no ruído do nada que a muitos agrada
e fico tranquilo como a criança que mama o que quer...
Porque, no meu senso do que é viver, na pequenez do que sou,
expresso, submisso e satisfeito, à grandeza do Alto,
que não me falta tudo o que me basta - o pão de cada dia...
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