Às vezes, só mesmo a brisa marítima (pode até ser violenta e trazer o mar para mais perto, com espuma e estrondo...) para aliviar a tensão do dia-a-dia...
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Eu conjugo, facilmente, o verbo dar na primeira pessoa do indicativo e sempre me preocupei que, em família, o soubéssemos conjugar na primeira pessoal do plural. Mas no singular ou no plural a acção exige sempre o reconhecimento duma necessidade concreta, com rosto, tangível... «Baralho-me» todo quando o conjugo a olhar para o vazio ou para uma multidão de mentes caridosas (digo mentes, não corações...) que querem fazer bem (não importa a quem ...) com o esforço dos outros!
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Quando elogiamos por elogiar (o politicamente correcto está acima da franqueza e, muitas vezes, da verdade...) somos quase sempre traídos pelas palavras: ou dizem menos do que queríamos que aparentemente dissessem (gato escondido com rabo de fora) ou dizem aparentemente muito mais do que queríamos que dissessem (as palavras traem-nos quando normalmente não lhes somos fiéis)... Cuidado, porque se o elogio não é sincero logo se «vê» que foi utilizado para minimizar ou reduzir a nada o que elogiamos...
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