Crise!
Não se fala doutra coisa...
Mas ela tem muitas «roupagens». Pode «vestir-se» e apresentar-se em um sem números de maneiras...
Se lhe dermos importância pode cegar-nos, roubar-nos a iniciativa, manter-nos prisioneiros. Mesmo que vejamos, só a vemos a ela, se tivermos iniciativa é apenas para a alimentar, se tivermos liberdade é apenas para nos amarrarmos mais...
A crise tende a ser o centro de tudo...
O melhor é olhar para lá do horizonte dela, onde não resiste à vontade de cada um conquistar o seu caminho de esperança, com imaginação (não há futuro sem imaginação, nem passado sem memória: o presente, que é o terreno da crise, onde medra e mata, é um ápice - para sair dele é preciso ter já o pé no futuro, com esperança!).
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